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ao PAROQUIA NOSSA 04 dez, 2017

Comemorar e celebrar o aniversário de ordenação sacerdotal é celebrar a vida! Compreendemos que o sacerdócio é vocação, é ouvir o chamado de Deus, é renúncia, é doação; pois envolve abrir mão de muitas coisas essenciais na vida, como a família, o conforto, os amigos... É um verdadeiro despojar-se de si mesmo para que no fim, se obtenha o tudo ofertado pelas mãos de Deus. É ser firme, ser grato, estar disposto, é ser forte e corajoso.

O Padre Edilson-SDB completa hoje (04/12) um ano de vida sacerdotal, um ano de uma escolha feliz configurada em Cristo, o Redentor.

Para agradecer a Deus este dia tão especial, paroquianos, diretora, funcionários do Colégio Salesiano Santa Rosa, Oratório, Pastorais e a família Salesiana participaram da Missa em Ação de Graças que foi celebrada por ele, às 7:30h no Centro Pastoral Auxilium.

Ao final, houve uma linda homenagem preparada pelas pastorais e um café.

E ele em entrevista especial concedida à PASCOM nos fala:

PASCOM - PADRE EDILSON, PASSOU 1 ANO DESDE AQUELE DIA ESPECIAL EM QUE ABRAÇOU A VOCAÇÃO SACERDOTAL. OLHANDO PARA O PASSADO, QUAL O 'PAINEL DE EXPERIÊNCIA HUMANA' QUE O SENHOR VÊ DIANTE DE SI AO COMPLETAR ESSE PRIMEIRA ANO?

Pe. Edilson> "Dia memorável, 4 de dezembro de 2016. O reconhecimento e a gratidão são sentimentos nobres de quem sabe acolher como dom os benefícios recebidos de Deus. Ao completar um ano de sacerdócio, um enorme sentimento de alegria inunda os nossos corações. O nosso ser está em festa, nossa alma se rejubila pelas chuvas de graças divinas derramadas no terreno das nossas existências. Tudo é graça!

O que mais encanta na vida salesiana é doação ao serviço do Povo de Deus no anúncio do Reino que já está entre nós e que também é construído por nós! Admiro, ainda, o desprendimento, dedicação e o zelo que a vida missionária nos exige para um bom atendimento às necessidades pastorais de hoje...

Estou profundamente agradecido porque a maior alegria na vida consiste em responder ao apelo de Deus e abraçar a vocação que Ele quer nos confiar sobre a terra. E agora, depois de 1 ano de serviço a Deus e aos irmãos na vida sacerdotal, sinto que sintonizei com os desígnios de Deus na minha existência de cada dia. Por isso, fico grato e alegre e peço que a vocação sacerdotal seja acolhida por muitos jovens na Igreja de hoje.

PASCOM >O QUE ESPERA DO FUTURO?

Pe. Edilson> "Ser presbítero é uma dádiva divina; uma sublime vocação, um mistério divino. Exclamava São João Maria Vianney: Oh! como o sacerdote é algo sublime! Se ele se apercebesse morreria... O Sacerdote só será bem compreendido no céu... Se o compreendêssemos na terra, morreríamos, não de pavor, mas de amor. Minhas expectativas são as de poder corresponder às necessidades da nossa Missão

no trabalho que já exerço e de estar disponível para o que precisar! Para isso é preciso atender à convocação do Papa Francisco de termos o "cheiro das ovelhas", quer dizer, estar junto ao povo. Estando junto ao povo, nossa missão se torna mais eficaz e nós vamos aprendendo que o povo também nos evangeliza. Nós também precisamos ser evangelizados!

PASCOM> QUAL FOI O LEMA DE SUA ORDENAÇÃO?

Pe. Edilson> "O zelo por tua casa me consome" Ao chegar ao Templo e se deparar com a quantidade de vendedores que ali comercializavam mercadorias Jesus tomou um chicote e expulsou os comerciantes daquele local sagrado. A atitude de Jesus, mais que seu impacto agressivo, demonstrava o zelo pela casa do Senhor - o texto evangélico fala menciona a narrativa profética das Escrituras acerca do Messias, dizendo "o zelo por tua casa me consumirá" (Jo 2, 17).

PASCOM> - ESSE PRIMEIRO ANO FOI FECUNDO E FIZERAM SURGIR O PADRE- DIRETOR DE PASTORAL. O QUE ISSO POSSIBILITOU PARA O SEU MINISTÉRIO?

Pe. Edilson> "Bendito seja o Senhor de Israel, porque só ele realiza maravilhas!" (Sl 72,18). Tenho plena consciência de que, se cheguei até aqui, foi por bondade divina e não mérito meu. Foi o Senhor que lançou sobre mim seu olhar de amor, me seduziu, me chamou e me consagrou para um ministério santo e eterno. Toda vocação passa por momentos de provações e questionamentos. Não foi diferente comigo. Mas fiquei firme porque encontrei pessoas de fé e bom juízo que me ajudaram a superar os desafios. Além disso, o exemplo de fidelidade dos meus pais, na vida matrimonial, foi importante. Da mesma forma, não deixou de ser marcante a companhia dos meus irmãos. Na ação pastoral, sempre trabalhei em equipe, com padres, leigos que me ajudaram a trabalhar com empenho e entusiasmo. 

PASCOM> MESMO COM TODOS OS DESAFIOS QUE A IGREJA VIVE ATUALMENTE, AINDA VALE A PENA SER PADRE ?

Pe. Edilson > "Eu lhes darei pastores" proclama Deus na Sagrada Escritura. A iniciativa vem de Deus. Ser padre, pastor do povo de Deus, é receber de Deus Pai a graça de encarnar o sacerdócio do seu Filho Jesus, em sua vida e no mundo de hoje. Isto significa que com Cristo, de modo consciente, o padre renuncia ao casamento e assume o celibato como dom de Deus para "ser tudo para todos", segundo a expressão eloqüente de São Francisco de Sales . Os desafios que a Igreja vive atualmente podem ocultar o sentido da vida sacerdotal mas nunca vão apagá-lo. A melhor resposta que o padre dará aos desafios da hora presente está no caminho da santidade. O padre é chamado a ser protagonista da santidade no convívio com seus irmãos. Eles sempre se alegram e louvam a Deus pela presença de padres santos no seio da Igreja.

PASCOM> Vivemos num tempo em que a juventude tem dificuldade em se comprometer com as coisas sérias da vida. O que pode ajudar um jovem a discernir a própria vocação ?

Pe. Edilson> O grande desafio para o jovem de hoje é de não se fechar sobre si mesmo ficando num mundo de fantasias digitais, virtuais e artificiais sem relacionamento gratificante com Deus e o próximo. Para fecundar o chão do discernimento da própria vocação, é preciso sair de si mesmo e abrir o coração a Deus e aos irmãos. É Jesus que indica este caminho quando declara : "Ninguém tem amor maior do que aquele que dá a vida por seus amigos" (João, 15,13). Obrigado, Senhor, pela Vossa presença constante em todos os momentos do meu peregrinar. Quando chorei, Vós fostes o meu consolo. Quando me cansei Vós fostes o meu ânimo. Quando caí, Vós me erguestes. Quando pensei em desistir, Vós me fizestes compreender que era preciso perseverar, insistir e prosseguir. Quando me senti fraco, Vós fostes a minha força. Quando venci, Vós fostes o meu

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Por: Pascom 

Texto e fotos (Bete Iane) 

ao PAROQUIA NOSSA 04 dez, 2017

Vi em todo o mundo Salesianos que defendem os rapazes e os jovens dos muitos Herodes dos nossos dias. E que continuam a sonhor, guiados pelos anjos, como Dom Bosco.

Um espetáculo assim, nunca os turineses de 1842 tinham visto. Nas elegantes artérias do centro da cidade, um grupito de rapazes cantava um cântico natalício regido por um padre! A música era um pouco ingénua, mas aqueles rapazes cantavam-na tão afetuosamente que comovia.

Dom Bosco não tinha um local para fazer os ensaios de canto com os rapazes e por isso fazia-os nas ruas. Aquelas ruas que os rapazes conheciam bem. Até a canção tinha sido escrita no peitoril de uma janela.

 Aqueles rapazes viviam o Natal caminhando, como os pais de Jesus que tiham de fazer uma viagem de Nazaré até Belém. E lá sentiram na pele o que significa estar em terra estrangeira: para eles não havia lugar na hospedaria. As casas dos homens estavam fechadas para eles.

Maria e José partilham a sorte de muitos refugiados e trabalhadores estrangeiros, que buscam uma casa e são rejeitados, como há dois mil anos. Também os rapazes de Dom Bosco buscavam um espaço protetor para poder crescer, longe dos perigos. Dom Bosco buscou-o juntamente com eles e empenhou a vida para o encontrar.

Nas minhas visitas aos Salesianos do mundo, vi muitíssimos rapazes e jovens que encontram casa e proteção nos braços e no afeto dos filhos de Dom Bosco. E vi em todo o mundo rapazes e raparigas a cantar felizes.

Jesus nasceu num estábulo. Os homens não O tinham acolhido, humildes animais partilharam com Ele o seu abrigo. Dom Bosco começou com um barracão sujo e ao abandono. O estábulo, com o nascimento de Jesus, encheu-se de luz, uma luz quente e terna e tudo aquilo que era pobre e desprezado torna-se precioso. E uma manjedoura dos animais torna-se o trono do Altíssimo.

A pobreza do barracão Pinardi faria desanimar qualquer pessoa. Testemunhou o padre

Giovanni Battista Francesia: «Quando Dom Bosco visitou pela primeira vez aquele local, que devia servir de oratório, teve de se acautelar para não bater com a cabeça, porque de um lado não tinha mais de um metro de altura; o pavimento era térreo e, quando chovia, a água entrava por todos os lados. Dom Bosco sentiu grandes ratazanas a correr-lhe entre os pés e morcegos a esvoaçar por cima da cabeça».

Mas para Dom Bosco era o melhor lugar do mundo: «Corri logo para os meus rapazes; juntei-os à minha volta e pus-me a gritar em alta voz: — Coragem, meus filhos, temos um Oratório mais estável do que no passado; teremos igreja, sacristia, salas de aula, local para o recreio. No domingo, no domingo, iremos para o novo Oratório que é além na casa Pinardi. — E apontava-lhes o lugar com o dedo. Aquelas palavras foram recebidas com o maior entusiasmo. Uns davam corridas ou saltos de alegria; outros ficavam como que paralizados; outros gritavam aos berros e, ousaria dizer, aos urros e aos brados» (MO, 168).

Porque João Bosco sonhava. O anjo do Natal manifesta-se de modo diferente no evangelho de Mateus. Aqui não é o esplendor a rodear o nascimento. O anjo aparece a José em sonho. E ordena-lhe em nome de Deus que tome ao seu cuidado aquele Menino. O anjo aparecer-lhe-á ainda outras vezes em sonho. E José fará exatamente o que lhe disser, até que o filho de Maria chegue a uma idade em que já ninguém poderá atentar contra a sua vida.

Nos sonhos, Dom Bosco é convidado a tomar ao seu cuidado rapazes e jovens, a ajudá-los a crescer com o afeto e a bondade, a fazer com que já nenhum Herodes os ponha em perigo. Vi em todo o mundo Salesianos que defendem os rapazes e os jovens dos muitos Herodes dos nossos dias. E que continuam a sonhor, guiados pelos anjos, como Dom Bosco.

«Fazei como os pastores»

Deixo que seja Dom Bosco mesmo a concluir o meu augúrio natalício. Na “Boa-noite” que antecedia uma novena de Natal no Oratório disse: «Amanhã começa a novena do santo Natal. Duas coisas vos aconselho nestes dias. Recordai-vos muitas vezes de Jesus Menino, do amor que vos tem e das provas que vos deu do seu amor até morrer por vós. De manhã, levantando-vos logo ao som da sineta, ao sentir o frio, recordai-vos de Jesus Menino que tremia de frio na palha. Ao longo do dia, animai-vos a estudar bem a lição, a fazer bem o trabalho, a estar atentos na aula por amor de Jesus. Não esqueçais que Jesus crescia em sabedoria, em idade e em graça diante de Deus e diante dos homens. E, sobretudo, por amor de Jesus procurai evitar qualquer falta que possa desagradar-Lhe. Fazei como os pastores em Belém: ide muitas vezes ao seu encontro. Nós invejamos os pastores que foram ao estábulo de Belém, que viram o Menino logo que nasceu, que Lhe beijaram a mãozinha, Lhe ofereceram os seus presentes. Felizes dos pastores, dizemos nós! Todavia nada temos a invejar, dado que a mesma sorte que eles tiveram também nós a temos. O mesmo Jesus que recebeu a visita dos pastores na sua cabana encontra-se aqui no sacrário. A única diferença está nisto, que os pastores viram-no com os olhos do corpo, nós cemo-lo só com a fé, e não há coisa que mais lhe agrade do que ir muitas vezes visitá-lo. Outro modo é ir de vez em quando à igreja ao longo do dia, mesmo que seja só um minuto».

Em qualquer parte que há uma obra salesiana, vi igrejas pequenas e grandes, mas todas com a imagem de Maria com o Menino Jesus nos braços. Exatamente como em Belém há dois mil anos.

Fonte: ANS

ao PAROQUIA NOSSA 04 dez, 2017
No  sábado, 02/12/17, a Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora reuniu os coordenadores de suas pastorais e movimentos para um CPP Ampliado, na Casa de Retiros São Francisco de Sales, no Riachuelo, tendo como Tema “Aprendendo sempre a ser Igreja”. O dia iniciou com uma acolhida, onde se refletiu o Evangelho de São Mateus (Mt 5, 13-14), chamando-nos a ser “sal da terra e luz do mundo”. Em seguida, Padre Douglas (Reitor do Seminário São José-Niterói/RJ ) agraciou a todos com a palestra sobre “Cristãos leigos e leigas na sociedade”. A manhã foi encerrada com uma belíssima adoração, conduzida pelos Diáconos Eduardo e Marcus. Na parte da tarde, o tema desenvolvido foi “Cristãos leigos: discípulos e missionários na comunhão eclesial”, tendo como palestrantes Bruna Morais ( “Características para o trabalho como membros de um corpo”) e o nosso Pároco Padre Gustavo (“Organização e estrutura da Igreja e paróquia”). As dimensões reuniram-se para reflexões sobre o ano de 2017 e para propor metas para 2018. O dia foi finalizado com a Santa Missa, presidida pelo Padre Gustavo, tendo como equipe de canto membros da Comunidade Sementes do Verbo, que emocionaram a todos com suas vozes melodiosas. Agradecemos também a comunidade pela acolhida carinhosa e por todas as saborosas refeições elaboradas para alimentar a todos ao longo do dia. Os participantes retornaram à paróquia, com o desejo de voltar em breve!
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Por: Pascom
Colaboração: Márcia Feijó
Fotos: Murilo e Camilla
ao PAROQUIA NOSSA 29 nov, 2017

O papa Francisco enviou à Igreja do Brasil, dia 15 de novembro, por meio do cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano, uma saudação por ocasião da abertura do Ano Nacional do Laicato, no domingo (26/11).

Nesse momento particular da história do Brasil, o documento afirma que é preciso que os cristãos assumam sua responsabilidade de ser o fermento de uma sociedade renovada, onde a corrupção e a desigualdade dêem lugar à justiça e solidariedade.

O documento foi lido na lançamento do Ano do Laicato na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), na abertura da última reunião ordinária do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) de 2017, na manhã desta terça-feira, 28/11.

Leia a carta AQUI

ao PAROQUIA NOSSA 25 nov, 2017

Importa que Ele reine! (ICor 15,25)

 

Nós, Bispos do Regional Leste 1 (Estado do Rio de Janeiro) manifestamos nossa solidariedade com o povo sofrido pela situação gravíssima de desagregação pela qual passa o nosso Estado.

Reconhecemos que vivemos situações peculiares, marcadas pela aguda perda do sentido do bem comum, cujo sinal mais gritante é o abandono do povo, em especial os mais pobres

Lamentamos as marcas da corrupção em suas variadas formas e extensão. Lembramos que o dinheiro por ela usurpado, está manchado pelo sangue e pelas lágrimas das vítimas desta calamitosa realidade.

Trabalhemos pela transformação dessa realidade que nos entristece. O mal só terá a última palavra se nos deixarmos vencer pela desesperança, descrença e desunião. Como nos disse o Papa Francisco: "Não deixemos que nos roubem a esperança!

Reiteramos o nosso desejo de que as lágrimas sejam enxugadas, as sequelas sejam superadas e as causas sejam enfrentadas a fim de que não se repitam mais. Clamamos por justiça, pelo fim da impunidade, pela efetiva valorização da ética e da dignidade da pessoa, num clima de fraternidade e honestidade em prol do bem comum.

Só uma cidadania atuante e vigilante poderá romper os tentáculos das máfias incrustadas no poder, edificando uma sociedade mais justa e solidária.

Conclamamos o nosso povo a construir um projeto político de nação que faça avançar a democracia, garantindo os direitos sociais de todos.

Lembramos que, no próximo ano, viveremos mais um processo eleitoral. Aproveitemos, portanto, este tempo de perplexidade e desafios para refletirmos ainda mais sobre nossa responsabilidade cidadã. Convidamos a todos para discernir a escolha dos candidatos e acompanhar os que vierem a ser eleitos.

Que Cristo, o Redentor, olhe com misericórdia para todo o povo, abrindo seus braços generosos, unindo-nos e encorajando-nos a testemunhar e servir o seu Reino de amor, justiça e paz.

 

  Orani João Cardeal Tempesta, O.Cist. 

Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro

Presidente do Regional Leste I - CNBB

 

Dom José Francisco Rezende Dias

Arcebispo Metropolitano de Niterói

Vice-Presidente do Regional Leste 1 - CNBB


Tarcísio Nascentes dos Santos

Bispo da Diocese de Duque de Caxias

Secretário do Regional Leste 1 - CNBB

 

José Ubiratan Lopes, Bispo da Diocese de Itaguaí;

Dom Luciano Bergamin, Bispo da Diocese de Nova Iguaçu;

Dom Nelson Francelino Ferreira, Bispo da Diocese de Valença;

Dom Francisco Biasin, Bispo da Diocese de Barra do Pirai e Volta Redonda;

Dom Edney Gouvêa Mattoso, Bispo da Diocese de Nova Friburgo;

Dom Gregório Paixão, Bispo da Diocese de Petrópolis;

Dom Roberto Francisco Ferrería Paz, Bispo da Diocese de Campos;

Dom Fernando Arêas Rifan, Bispo da Administração Apostólica pessoal São João Maria Vianney;

Dom Antonio Augusto Dias Duarte , Bispo Auxiliar da Arquidiocese São Sebastião do Rio de Janeiro Dom Luiz Henrique da Silva Brito, Bispo Auxiliar da Arquidiocese São Sebastião do Rio de Janeiro;

Dom Roque Costa Souza, Bispo Auxiliar da Arquidiocese São Sebastião do Rio de Janeiro; Dom Joel Portella Amado, Bispo Auxiliar da Arquidiocese São Sebastião do Rio de Janeiro;

Dom Paulo Alves Romão, Bispo Auxiliar da Arquidiocese São Sebastião do Rio de Janeiro;

Dom Juarez Delorto Secco, Bispo Auxiliar da Arquidiocese São Sebastião do Rio de Janeiro;

Dom Luiz Antônio Lopes Ricci, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Niterói.

ao PAROQUIA NOSSA 20 nov, 2017

Entre os dias 16 e 18 de novembro, o Centro Juvenil Oratório Mamãe Margarida, em Niterói-RJ, e o Colégio Salesiano Alberto Monteiro de Carvalho (Jacarezinho), no Rio de Janeiro-RJ, receberam a visita da equipe de TV Real Madrid.

A emissora está fazendo um vídeo-documentário sobre os trabalhos realizados pelas obras sociais apoiadas pela Fundação Real Madrid. Neste trabalho, são mostradas todas as atividades que as Unidades realizam e também é escolhido um jovem para exemplificar como é o dia-a-dia dos educandos.

A equipe iniciou os trabalhos no Brasil, em São Paulo-SP, em uma obra que também é parceira da instituição, e finalizou as atividades no Rio de Janeiro. Os profissionais ficaram impressionados com a estrutura das Unidades e também com a qualidade das atividades ofertadas para os educandos.

A expectativa é de que o vídeo-documentário fique pronto no primeiro semestre de 2018.

POR: ISJB

ao PAROQUIA NOSSA 20 nov, 2017

O Santo Padre o Papa Francisco nomeou dois Secretários para o Sínodo 2018, dedicado aos jovens. A nomeação deu-se ao final da reunião do Conselho da Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos realizada nos dias 16 e 17 de novembro e recaiu sobre dois sacerdotes: P. Rossano Sala, SDB, e P. Giacomo Costa, SJ.  

Com o Cardeal Sérgio Rocha, Arcebispo de Brasília e Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Relator-Geral do Sínodo 2018, estarão presentes dois Secretários Especiais. Ao anunciar a nomeação, o Secretário-Geral do Sínodo dos Bispos explicou que “a nomeação dos dois Secretários Especiais está de acordo com o artigo 14 § 3 do Ordo do Sínodo dos Bispos (cf. cânon 348 § 2 do C.D.C.)”.

O P. Giacomo Costa, Jesuíta, desde 2010, é diretor da revista “Agiornamenti Sociali” e considerado um dos consultores na redação da encíclica “Laudato Si’”.

O P. Rossano Sala, Salesiano, cresceu como educador-pastor na Obra Salesiana de Bolonha e, durante seis anos, como Diretor da Obra Salesiana de Brescia. Licenciou-se em Sagrada Teologia (2002) pela Faculdade Teológica de Milão, e doutorou-se em Sagrada Teologia (2012) pela mesma Faculdade Teológica de Milão. Ensinou “Teologia Fundamental” no estudantado teológico de Turim-Crocetta. Desde 2011 participa da Comunidade Acadêmica da Universidade Pontifícia Salesiana de Roma e, em 2016, foi nomeado diretor da revista “Note di Pastorale Giovanile” ( www.notedipastoralegiovanile.it )

“O serviço como Secretário Especial – explica o P. Sala – é um sinal de confiança em relação à Família Salesiana. É um serviço que vem do Santo Padre para ser ajuda e apoio na preparação do Sínodo e, sobretudo, para estar muito perto do Cardeal Rocha”.

“Como Salesiano, sinto-me muito grato pela confiança do Santo Padre – enfatizou –, principalmente como representante da Família Salesiana que trabalha com os jovens. Uma grande Família que tem uma prática educativo-pastoral com os jovens, um modo de estar com os jovens e um estilo de acompanhá-los. É uma responsabilidade muito grande, por isso peço que me acompanhem com suas orações. Como Salesianos, devemos ser fiéis a Dom Bosco quando se trata de qualquer serviço que vem do Santo Padre”.

Fonte: ANS

ao PAROQUIA NOSSA 16 nov, 2017

A Igreja no Brasil contará em breve com novas Diretrizes para Formação de Presbíteros. Um grupo formado por bispos e peritos esteve reunido na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), nos dias 13 e 14 de novembro, para conclusão do texto que será enviado aos bispos de todo o Brasil, afim de receber contribuições. O próximo documento acolherá indicações do texto divulgado pela Congregação para o Clero sobre formação de seminaristas, além do magistério do papa Francisco.

O arcebispo de Porto Alegre (RS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB, dom Jaime Spengler, é um dos responsáveis pela elaboração do texto: “Estamos tentando levar em consideração primeiro a Ratio Fundamentalis . Além disso, nos foi pedido que levasse em consideração o magistério do papa Francisco”, explica.

A Ratio Fundamentalis Instituitionis Sacerdotalis  é um documento elaborado pela Congregação para o Clero do Vaticano que dá pistas para a formação de seminaristas e do clero da Igreja. Publicado no dia 8 de dezembro de 2016, atualiza as orientações de 1985 e explicita às Igrejas locais como realizar a formação dos futuros presbíteros e a necessidade de formação permanente. O texto destaca que o futuro padre deve ser acompanhado na totalidade das quatro dimensões que interagem simultaneamente no processo formativo e na vida dos ministros ordenados: humana, espiritual, intelectual e pastoral.

As atuais Diretrizes para a Formação Presbiteral foram aprovadas na 48ª Assembleia Geral da CNBB, em 2010, e já visavam enriquecer a formação espiritual, humana, intelectual e pastoral dos futuros sacerdotes “com novos impulsos vitais, consoantes com a índole peculiar de nosso tempo”.

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ao PAROQUIA NOSSA 11 nov, 2017

PRIMEIRO DIA MUNDIAL DOS POBRES
O amor não admite álibis

“Meus filhinhos, não amemos com palavras nem com a boca, mas com obras e com verdade” (1Jo 3,18). Estas palavras do apóstolo João exprimem um imperativo de que nenhum cristão pode prescindir. A importância do mandamento de Jesus, transmitido pelo “discípulo amado” até aos nossos dias, aparece ainda mais acentuada ao contrapor as palavras vazias que, frequentemente, se encontram na nossa boca, às obras concretas, as únicas capazes de medir verdadeiramente o que valemos. O amor não admite álibis: quem pretende amar como Jesus amou, deve assumir o seu exemplo, sobretudo quando somos chamados a amar os pobres.

                Queridos irmãos e irmãs,

Com estas palavras fortes, o Papa Francisco inicia sua exortação para o PRIMEIRO DIA MUNDIAL DOS POBRES, a ser celebrado em 19 de novembro próximo.

                Gostaria de comentar com vocês alguns tópicos.

                Mas preciso antes, observar o índice alarmante de pobreza. A ONU adverte que a pobreza afeta mais de 2,2 bilhões de pessoas ao redor do planeta. Não deixa de ser um escândalo que, pela primeira vez na História, tenhamos alcançado as condições de erradicar a fome com a conta de 1/3 da população mundial em estado de pobreza. Cerca de 1,5 bilhão de pessoas sofre de pobreza multidimensional; em 91 países em desenvolvimento, passam por privações nas áreas de saúde, educação e padrões básicos de vida. Entre os afetados pela pobreza, 850 milhões têm crise de fome crônica.

Estes dados refletem uma diminuição do índice de desenvolvimento humano (IDH) em todas as regiões. Estes números alarmantes são atribuídos às crises financeiras, oscilações dos preços da comida, desastres naturais e conflitos violentos.

“Quando um pobre invoca o Senhor, Ele o atende” (Sl 34/33,7). A Igreja compreendeu, desde sempre, a importância de tal invocação –  diz o Papa.

Já nas primeiras páginas dos Atos dos Apóstolos, Pedro pede para se escolher sete homens que assumam o serviço de assistência aos pobres. Esse foi o cartão de visita com que a comunidade cristã se apresentou ao mundo: o serviço aos mais pobres. A vida dos discípulos de Jesus devia exprimir uma fraternidade, numa solidariedade que correspondesse ao ensinamento principal do Mestre, que tinha proclamado os pobres bem-aventurados e herdeiros do Reino (Mt 5,3).

Houve momentos em que os cristãos não escutaram profundamente este apelo, deixando-se contaminar pela mentalidade mundana. Mas o Espírito Santo não deixou de os chamar a manterem o olhar fixo no essencial. Ele fez surgir homens e mulheres que ofereceram a sua vida ao serviço dos pobres.

Dentre todos, destaca-se o exemplo de Francisco de Assis, que foi seguido por tantos outros homens e mulheres santos, ao longo dos séculos. Não se contentou com abraçar e dar esmola aos leprosos, mas decidiu ir a Gúbio para estar junto com eles. Ele mesmo identificou neste encontro a viragem da sua conversão.  O testemunho dele mostra a força transformadora da caridade e o estilo de vida dos cristãos.

O Papa pede para não pensar nos pobres apenas como destinatários de uma obra de voluntariado, que se pratica uma vez por semana, ou de gestos improvisados de boa vontade para pôr a consciência em paz. Estas experiências, embora válidas e úteis, deveriam se abrir a um verdadeiro encontro com os pobres e dar lugar a uma partilha que se torne estilo de vida. A oração, o caminho do discipulado e a conversão encontram, na caridade e na partilha, a prova da sua autenticidade evangélica. Não só aqueles que dizem Senhor, Senhor, entrarão no Reino (Mt 7,21).

O Papa usa palavras fortes, quando diz que  Se realmente queremos encontrar Cristo, é preciso que toquemos o seu corpo no corpo chagado dos pobres, como resposta à comunhão sacramental recebida na Eucaristia. O Corpo de Cristo, partido na sagrada liturgia, deixa-se encontrar pela caridade partilhada no rosto e na pessoa dos irmãos e irmãs mais frágeis.

E continua:  Portanto somos chamados a estender a mão aos pobres, a encontrá-los, fixá-los nos olhos, abraçá-los, para fazê-los sentir o calor do amor que rompe o círculo da solidão. A sua mão estendida para nós é também um convite a sairmos das nossas certezas e comodidades e  reconhecermos o valor que a pobreza encerra em si mesma.

                O Papa tem uma clareza solar quando trata concretamente das questões ligadas à pobreza mundial. Há uma dificuldade de identificar a pobreza onde ela está. Mas ela nos interpela todos os dias,  com os seus inúmeros rostos marcados pelo sofrimento, pela marginalização, pela opressão, pela violência, pelas torturas e a prisão, pela guerra, pela privação da liberdade e da dignidade, pela ignorância e pelo analfabetismo, pela emergência sanitária e pela falta de trabalho, pelo tráfico de pessoas e pela escravidão, pelo exílio e a miséria, pela migração forçada. A pobreza tem o rosto de mulheres, homens e crianças explorados para vis interesses, espezinhados pelas lógicas perversas do poder e do dinheiro. Como é impiedoso e nunca completo o elenco que se é constrangido a elaborar à vista da pobreza, fruto da injustiça social, da miséria moral, da avidez de poucos e da indiferença generalizada!

Triste é constatar que cada vez mais a riqueza descarada se acumula nas mãos de poucos, frequentemente acompanhada pela ilegalidade e a exploração ofensiva da dignidade humana.

                Daí o Papa ligar o Jubileu da Misericórdia ao Dia Mundial dos Pobres, dando às comunidades cristãs a oportunidade de se tornarem o sinal concreto da caridade de Cristo. Ele diz que esse dia trará um elemento requintadamente evangélico: a predileção de Jesus pelos pobres.

O Papa convida a Igreja e os homens e mulheres de boa vontade a fixar o olhar em todos os que estendem as suas mãos, invocando ajuda e pedindo nossa solidariedade. São irmãos e irmãs, criados e amados pelo único Pai Celeste. É preciso reagir à cultura do descartável e do desperdício e assumir a cultura do encontro. Ele dirige o convite a todos, independentemente da sua pertença religiosa, para se abrirem à partilha com os pobres em todas as formas de solidariedade, sinal concreto de fraternidade. Deus criou o céu e a terra para todos. Foram os homens que ergueram fronteiras, muros e recintos, traindo o dom originário destinado à humanidade sem qualquer exclusão.

Diante da pobreza, existem alguns sintomas sociais de desesperança congênita: indiferença, egoísmo, embotamento da sensibilidade ao sofrimento do outro, muros erguidos e autorizados como medidas delirantes de proteção, desconsideração pelas raízes históricas de onde se originou esse tipo de coisa, atenção exagerada pelas urgências presentes. Tudo isso legitimado por discursos do senso comum, pela eficácia da mídia, da oratória política esvaziada da ética, e até de uma distorcida cientificidade acadêmica.

Os pobres conservam embriões de esperança.

Eles tentam não se deixar iludir por oportunidades momentâneas sem nenhuma transcendência, nenhuma perspectiva de futuro. Tentam não camuflar sua dor, num hedonismo grosseiro e imediatista, que já deu provas de sua insuficiência. A pobreza é dor. A dor é universal. Mas a pobreza também pode ser alegria. E a alegria também é universal. Quando seremos universais na dor e na alegria dos pobres?

Essa é uma questão que toca o íntimo da experiência cristã.

Somos discípulos de um Mestre que não tinha onde repousar a cabeça, e não teve lugar no mundo, nem para chegar nem para ficar nem para partir. Não seria essa a sua grande proposta aos seus seguidores? Não seria essa a prova de fidelidade?  O seu completo abandono ao Pai, ao mesmo tempo em que exprime a sua pobreza total, torna evidente a força deste Amor, que O ressuscita para uma vida nova no dia de Páscoa.

Na direção daquilo que o Santo Padre nos aponta, o Dia Mundial do Pobre não é o dia da assistência social nem da benemerência cristã. É o dia de repensar nossas origens e nossa razão de ser. Quem seremos para o mundo?

O Dia Mundial do pobre põe em xeque a nossa identidade enquanto discípulos. Colocado antes do Dia do Cristo Rei, evidencia que a realeza do Senhor nada tem a ver com coroas e cetros, como a arte e a piedade popular o têm idealizado. Sua realeza não é a de quem tem, é a de quem não precisa ter. Se o ter é a condição de felicidade de nossa cultura, este Dia chega em boa hora para redefinir os conceitos de cultura e felicidade. Que este Dia nos oriente a abrir novos caminhos.

Que este novo Dia Mundial se torne, pois, um forte apelo à nossa consciência crente, para ficarmos cada vez mais convictos de que partilhar com os pobres permite-nos compreender o Evangelho na sua verdade mais profunda.  Os pobres não são um problema: são um recurso de que lançar mão para acolher e viver a essência do Evangelho.

Que a Virgem Mãe de Cristo e da Igreja, que teve o Tudo em tal monta que não fez questão de outra razão, dirija nosso olhar para os que nada têm. Se ela abrir o nosso coração, ele não se fechará de novo sobre si mesmo, jamais.

Recomendo-me às suas orações. Deixo-lhes meu carinho e minha bênção.

+ Dom José Francisco Rezende Dias
Arcebispo Metropolitano de Niterói

ao PAROQUIA NOSSA 11 nov, 2017

A Igreja realiza de 12 a 19 de novembro, a Jornada Mundial dos Pobres, com o tema: “Não amemos com palavras, mas com obras”. Trata-se de um convite dirigido a todos, independente de sua crença religiosa, para que se abram à partilha com os pobres, como sinal concreto de fraternidade, como destaca o Papa Francisco na mensagem para a ocasião .

Instituído pelo Santo Padre na conclusão do Ano da Misericórdia, o primeiro Dia Mundial dos Pobres será celebrado pela Igreja em todo mundo no próximo dia 19 de novembro.

No Brasil, a animação e coordenação das atividades foi delegada à Cáritas Brasileira, um dos organismos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por sua experiência na realização Semana da Solidariedade.

Para o presidente da Cáritas Brasileira e bispo de Aracaju (SE), Dom João José Costa, as respostas sobre o que fazer só virão se a Igreja e os cristãos se colocarem de forma próxima aos empobrecidos e sentir a sua dor. “A proximidade faz com que o Espírito Santo desperte em cada um de nós a criatividade para que possamos ter iniciativas concretas para transformar a realidade”, disse.

De acordo com estudo divulgado em fevereiro pelo Banco Mundial, o número de pessoas vivendo na pobreza no Brasil deverá aumentar entre 2,5 milhões e 3,6 milhões até o fim de 2017. Segundo o documento, a atual crise econômica representa uma séria ameaça aos avanços na redução da pobreza e da desigualdade. A pesquisa aponta ainda que o aumento da pobreza vai se dar principalmente em áreas urbanas, e menos em áreas rurais, isso porque nas áreas rurais essas taxas já são mais elevadas.

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Fonte: Arqnit

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